ACPE Tecnologia,
especializada em equipamentos topográficos, irá realizar na próxima semana
cursos sobre topografia e GNSS, em vários locais.
Treinamento
Topograph
Nos
dias 10, 11 e 12 de setembro, em Florianópolis (SC), irá acontecer o
treinamento do software Topograph em Belo Horizonte, abordando temas como
topografia: cálculos topográficos, loteamentos, desenhos e curva de nível;
volume: perfis e MDT; e projeto: seções-tipo e vias. Mais informações com
Bruno: (48) 3241-0593, bruno@cpetecnologia.com.br.
O curso
também será realizado em Belo Horizonte (MG) e Natal (RN), nos dias 12, 13 e 14
de setembro. Mais informações com Rosilene: (31)3025-4032, cursos@cpetecnologia.com.br.
Sistema
GNSS
A
empresa também vai realizar, nos dias 10 e 11 de setembro, nas cidades de Belo
Horizonte, São Paulo, Salvador e Vitória, um curso com objetivo de oferecer aos
participantes maiores conhecimentos práticos e teóricos de sistema GNSS. Entre
os temas abordados, estão conceitos de geodésia e cartografia, métodos de
posicionamento GPS, prática de campo e processamento de dados GPS, entre
outros. Para mais informações e inscrições, acesse apágina de cursos da CPE
Tecnologia clicando na imagem.
OMundoGEO, líder na conexão de profissionais através de
eventos, revistas e internet para o setor de geotecnologia na América Latina,
está fazendo uma pesquisa sobre a relação dos usuários com Sistemas de
Informação Geográfica (GIS).
Respondendo
aeste formulário, que estará disponível somente até a
próxima quinta-feira (6/9), você estará contribuindo para o mapeamento deste
setor. Os resultados estarão disponíveis na próxima edição (69) da revista
MundoGEO.
“Desde
o início deste ano, temos realizado periodicamente pesquisas sobre diversas
aplicações das geotecnologias, com o objetivo de mapear este mercado”, afirma
Eduardo Freitas, editor do MundoGEO. “Ao final desta série de persquisas,
teremos um retrato fiel do setor de soluções geoespaciais na América Latina e
vamos sempre compartilhar os resultados – parciais e finais – com a
comunidade”, conclui.
Os
resultados das pesquisas anteriores, sobre sensoriamento remoto e GNSS, estão
disponíveis nas edições 67 e 68 da revista MundoGEO, respectivamente. Para
conferir, veja a versão online da revista MundoGEO 68.
O MundoGEO e
a Autodesk irão
realizar, no dia 13 de setembro, um seminário online que vai abordar o planejamento
e projeto conceitual com BIM e GIS. Com inscrições gratuitas, o evento vai
acontecer a partir das 14h30 da quinta-feira. As vagas são limitadas.
Este
seminário dá continuidade ao tema apresentado no webinar “Descubra a diferença
entre BIM e GIS e aprenda a elaborar projetos inteligentes”, que aconteceu no
dia 7 de agosto. Durante o evento, os participantes poderão acompanhar em
detalhes como é possível criar, avaliar e comunicar projetos conceituais mais
convincentes, por meio do software Autodesk Infrastructure Modeler. Essa
solução permite obter uma aprovação mais rápida, além de contribuir na tomada
de decisão, de forma mais confiante.
Com
inscrições gratuitas, serão apresentados nesse seminário online como os dados
das soluções em CAD, GIS, BIM e Raster podem ser integrados para criar
rapidamente modelos que retratam de forma mais realista o ambiente local,
permitindo que sejam avaliadas múltiplas alternativas de projetos, no contexto
do ambiente existente. Os participantes poderão interagir com o apresentador
através do chat e esclarecer eventuais dúvidas.
Este
webinar é indicado para profissionais de geotecnologias, cartografia,
engenharia, arquitetura, meio-ambiente, planejadores e gestores. O apresentador
será Fabio Gomes, Autodesk Customer Success Engineer. Os participantes poderão
interagir com o apresentador através do chat e esclarecer eventuais dúvidas.
Após o webinar, serão enviados certificados de participação a todos que
estiverem online na sessão.
Webinar:Planejamento
e Projeto Conceitual com BIM e GIS
A Escola Brasileira de Agrimensura
oferece o curso: Especialização em Agrimensura - Estudo modular a distância -
Duração do curso : 1 ano a partir da inscrição – matrícula
O “Curso Especialização em Agrimensura -
Estudo Modular à Distância” tem como objetivo principal o aperfeiçoamento
profissional (especialização) dos professores e profissionais de topografia na
área de Topografia e Geodésia.
O curso que está sendo oferecido pode
ser de grande utilidade para Engenheiros Civis, Agrônomos, Florestais,
Arquitetos, Geólogos e Técnico de Edificações, Estradas, Saneamento, Geologia,
Mineração e Agrícola que tenham interesse em aprimorar-se na área de Topografia
e Geodésia.
O candidato para o curso deverá ter os
seguintes requisitos:
a - Segundo grau completo, ou
b - Primeiro grau completo e estar
atuando na área de topografia;
c - Conhecimento básico de informática;
d - Ter à disposição um microcomputador
com a seguinte configuração mínima:
Microcomputador padrão IBM-PC com disco
rígido de 100 Gb, memória RAM de 100 Mb.
e - Ter à disposição uma calculadora HP
48 G, HP 48 GX ou similar.
Caso o candidato não possua a
calculadora, o curso fornecerá uma calculadora HP 48 GX para uso em plataforma
virtual no microcomputador. Este curso não serve para registro do profissional
no Crea. É um curso de aprimoramento profissional em agrimensura.
De 26 a 30 de novembro, Aracajú (SE)
sedia o VI Simpósio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto
(Geonordeste). O evento, que irá ocorrer no Hotel Mercure e tem como tema
“Geotecnologias: socialização e sustentabilidade”, comemora os 10 anos do
Geonordeste.
O prazo para submissão de trabalhos na
forma de resumo expandido é até 20 de agosto de 2012.
O simpósio conta com a promoção da Rede
Sergipe de Geotecnologias (RESGEO), e a realização da Embrapa Tabuleiros
Costeiros e a Universidade Federal de Sergipe (UFS). No ano passado, o
Geonordeste ocorreueu em Feira de Santana (BA).
Atentos aos problemas causados por
desmoronamentos em regiões de encostas, geólogos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) investiram
em uma iniciativa social e educativa: elaborar um filme para conscientizar a
população e os técnicos que trabalham em zonas de riscos e evitar
tragédias na temporada de chuvas. O curta-metragem “Áreas de risco: informação para prevenção”, que está
disponível na internet, traz dicas úteis em uma linguagem acessível. “A ideia
de fazer o vídeo surgiu da necessidade de ter mais um instrumento para educação
tanto do pessoal de prefeitura quanto da população, principalmente a
população”, conta o geólogo pesquisador e um dos idealizadores do filme,
Eduardo Macedo, já no início da gravação.
Como parte do Plano Municipal de Redução
de Riscos de Mauá (SP), o curta-metragem tem a proposta de prevenir acidentes
como o acontecido em 2011 naquela região, quando seis pessoas morreram durante
as chuvas de janeiro. “Não trabalhamos apenas na emergência. A gente tem a
ideia de que a prevenção é muito mais barata e mais fácil”, explica o geólogo
Fabrício Mirandola, que também participou do projeto audiovisual e atua no
Centro de Tecnologias Ambientais e Energéticas (Cetae), unidade técnica do IPT
voltada para o desenvolvimento de ações associadas a políticas públicas. “Nosso
trabalho com desastres naturais é extremamente social”, acrescenta o
especialista, referindo-se ao objetivo de ensinar a autoproteção ao cidadão,
levando o conhecimento para que ele faça o básico: identificar a situação de
risco, deixar o local e chamar a Defesa Civil.
Atualmente há na capital paulista 1.600
favelas, das quais pelo menos 500 têm deslizamentos. “Esse problema já está
instalado”, pontua o pesquisador Eduardo Macedo, que também atua como
conselheiro no CREA-SP, representando o sindicato dos geólogos. Diante desse
contexto, a equipe de geólogos dedica-se a planejar medidas de proteção para
essa parcela da sociedade que não pode morar em áreas mais seguras.
“Como posso fazer para que as pessoas
habitem um local da melhor forma, como faço isso acontecer levando em conta o
ambiente físico e a ocupação sustentável?”, são perguntas que os especialistas
em levantamentos geológicos se fazem durante as pesquisas. Nesse sentido, o
vídeo traz sugestões para o dia a dia da comunidade, como evitar lançar água
utilizada no terreno do vizinho e sempre observar movimentações do terreno,
evidenciadas pela inclinação de muros, árvores e postes. Com essas atitudes, os
cidadãos estarão sempre alertas para problemas como rachaduras em paredes ou
início de desabamento da construção.
O filme também chama atenção para o
principal causador de desmoronamentos: a água utilizada nas casas. “Tem que
fazer sistemas de drenagem eficientes e que levem essa água para a parte de
baixo da encosta”, orienta Eduardo Macedo. Fora disso, em períodos chuvosos, a
água “infiltra o solo e vai aumentando sua umidade. Além da água da chuva, o
esgoto lançado nessas encostas aumenta ainda mais as chances de esse
deslizamento acontecer”. Outro fator crítico é o lançamento indevido de lixo e
entulho no terreno. “Esse material não tem uma liga, uma resistência. Quando
chove, é mais fácil ele deslizar e atingir as moradias que estão abaixo”,
alerta o vídeo que nos próximos meses será legendado em inglês e espanhol para
auxiliar nos trabalhos de prevenção de acidentes em outros locais do mundo.
“Fizemos um vídeo que pudesse ser reproduzido em qualquer local do Brasil. E
agora vamos internacionalizá-lo”, comenta o pesquisador e roteirista Eduardo
Macedo.
POLÍTICAS
PÚBLICAS
No Brasil, o tema gestão de riscos
ganhou força com a aprovação da Lei 12.608, em abril deste ano, que institui a
Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC), o Sistema Nacional de
Proteção e Defesa Civil (SINPDEC) e o Conselho Nacional de Proteção e Defesa
Civil (CONPDEC). Os profissionais que lidam com problemas relacionados a
enchentes e deslizamentos aprovaram a legislação, como afirma o consultor em
Geologia de Engenharia e ex-diretor da Divisão de Geologia do IPT, Álvaro
Rodrigues dos Santos, em seu artigo “Áreas de risco: A Lei nº 12.608 e os
limites dos alertas pluviométricos”. “O meio técnico brasileiro saudou
efusivamente a aprovação. Essa moderna legislação é fruto direto das intensas
discussões promovidas pelas associações técnicas brasileiras em reação ao
recrudescimento das tragédias ocorridas em diversos estados brasileiros nos
últimos anos”, comenta Álvaro.
O texto também enfatiza que a lei tem em
sua base conceitual e estratégica a abordagem preventiva, com foco na
eliminação de zonas de risco e, por consequência, na redução de acidentes:
“Diferentemente dos terremotos, vulcanismos e tufões, nossos desastres são
todos associados a erros cometidos pelo próprio homem na ocupação de áreas
geologicamente inadequadas para tanto, ou áreas que, por suas características,
exigiriam no mínimo técnicas construtivas para elas especificamente
apropriadas”. Para o geólogo, a questão “áreas de risco” está vinculada às
políticas públicas de planejamento urbano e habitação popular. “Somente sob
essa abordagem, [a questão] terá solução virtuosa e definitiva”, finaliza.
Confira abaixo o vídeo “Áreas de risco: informação para prevenção”,
elaborado por geólogos do IPT.
Fonte: Assessoria de Comunicação e Marketing do
Confea
Referência cartográfica
para as ações de planejamento, monitoramento e atualização das informações dos
recursos naturais do país, a nova escala possibilita uma visualização muito
mais detalhada do que a escala anterior de 1:1.000.000. A BC250 está disponível
em formato shape, que permite utilização em programas de sistema de
informações geográficas (SIG).
Na construção da Base
Cartográfica, foram utilizados como referência os procedimentos descritos no Manual Técnico de Geociências (nº
12 da série de manuais da Geociências). O Manual de Procedimentos Técnicos para
Fiscalização, Controle de Qualidade e Validação da Base Cartográfica na escala
1:250.000, produzido pela Coordenação de Cartografia da Diretoria de
Geociências do IBGE, visa a orientar a atividade de fiscalização de serviços de
mapeamento, padronizando procedimentos, como o preparo de imagens e construção
de mapas, garantindo a qualidade do material produzido.
Com os dados das
diversas categorias de informação presentes na Base, de forma integrada e
totalmente digital, a nova Base Cartográfica 1:250:000 está preparada para
integrar a Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (Inde) em futuro próximo.
O mapa do Brasil
mostra a divisão em blocos da Base Cartográfica em escala 1:250.000,
disponibilizada para 81% do território nacional (os blocos identificados nas
três tonalidades da cor azul estarão disponíveis ao final do ano de 2012). A
Base pode ser acessada através do link www.ibge.gov.br/home/download/geociencias.shtm.